Evangelho do dia 18/10/2026
29º Domingo do Tempo Comum - Ano A - Verde
Devolvei, portanto, o que é de César a César, e o que é de Deus a Deus! - Mt 22,15-21
Então os fariseus retiraram-se e elaboraram um plano para surpreender Jesus em alguma palavra. E enviaram-lhe seus discípulos, junto com alguns herodianos, que lhe disseram: “Mestre, sabemos que és veraz e ensinas o caminho de Deus com veracidade; que não queres ganhar o favor de ninguém, pois não olhas para a aparência dos homens. Dize-nos, portanto, qual é tua opinião: é permitido pagar tributo a César ou não?” Mas Jesus, percebendo-lhes a maldade, disse-lhes: “Por que me pondes à prova, hipócritas? Mostrai-me a moeda do tributo!” Eles lhe apresentaram um denário, e ele lhes disse: “De quem são esta imagem e a inscrição?” Responderam-lhe: “De César”. Ele lhes disse: “Devolvei, portanto, o que é de César a César, e o que é de Deus a Deus!”
A Bíblia: tradução da editora Paulinas, 2023.Oração Inicial
29º Domingo do Tempo Comum. Hoje, celebramos com toda a Igreja o Dia Mundial das Missões. Rezemos em comunhão com todos os missionários e missionárias que, com seu anúncio, “procuram ajudar os povos a colocarem as coisas nos seus devidos lugares, dando a César o que é de César e a Deus o que é de Deus”.
Iniciemos a nossa oração em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém!
Senhor Jesus, eu creio que estás aqui comigo, ajuda-me a permanecer na tua presença. Abra meu coração para ouvir teus ensinamentos e dá-me a graça para vivenciá-los.
Pai, por reconhecer-te como centro de minha vida, ensina-me a submeter tudo a ti, e a rejeitar o que pretende polarizar minhas atenções.
Acolher a Palavra do Senhor é acolher nosso próprio futuro, pois o Evangelho de Cristo nos ensina como agir em nossa vida cristã.
Oremos: Senhor, nosso Deus, que pela luz do Espírito Santo instruístes o coração dos vossos fiéis, fazei-nos dóceis ao mesmo Espírito, para apreciarmos o que é justo e nos alegrarmos sempre com a sua presença. Por Cristo, nosso Senhor. Amém.”
Leitura (Verdade)
Os fariseus e os herodianos tentam enredar Jesus com uma questão política e religiosa muito sensível na época: a cobrança de impostos pelo Império Romano.
Vamos observar bem o que diz o texto do Evangelho? Qual comparação Jesus utiliza? Quem são os personagens e qual é o tema central de suas discussões?
Evangelho: Mt 22,15-21 “Então os fariseus retiraram-se e elaboraram um plano para surpreender Jesus em alguma palavra. E enviaram-lhe seus discípulos, junto com alguns herodianos, que lhe disseram: “Mestre, sabemos que és veraz e ensinas o caminho de Deus com veracidade; que não queres ganhar o favor de ninguém, pois não olhas para a aparência dos homens. Dize-nos, portanto, qual é tua opinião: é permitido pagar tributo a César ou não?” Mas Jesus, percebendo-lhes a maldade, disse-lhes: “Por que me pondes à prova, hipócritas? Mostrai-me a moeda do tributo!” Eles lhe apresentaram um denário, e ele lhes disse: “De quem são esta imagem e a inscrição?” Responderam-lhe: “De César”. Ele lhes disse: “Devolvei, portanto, o que é de César a César, e o que é de Deus a Deus!”
“Tudo pertence a Deus, criador do céu e da terra, inclusive César, o imperador, aquele que tem poder e manda. Na sociedade na qual vivemos, a moeda, instrumento de troca, é útil e até necessária. Não faltando a ninguém, com ela suprem-se as necessidades. A moeda tem um rosto, e, se esse rosto transmite a paz resultante da justiça, os cidadãos vivem bem. A realidade, porém, pode ser outra. O Papa Francisco chama a atenção para a “ditadura de uma economia sem rosto e sem um objetivo verdadeiramente humano”. Essa economia mata porque exclui e cria desigualdades. Somos exortados a “uma solidariedade desinteressada e a um regresso da economia e das finanças a uma ética propícia ao ser humano”. (Viver a Palavra – 2026 – Côn. Celso Pedro da Silva - Paulinas Editora).
Meditação (Caminho)
De acordo com a lógica de Jesus, se a imagem de César estava inscrita na moeda do tributo, essa moeda pertencia a César e devia ser devolvida a César. Do mesmo modo, se o homem e a mulher foram feitos à “imagem de Deus” e transportam em si a imagem de Deus, eles pertencem a Deus e devem ser “devolvidos” a Deus.
A palavra de Jesus, portanto, aponta para um modo de se viver; ou, mais exatamente, questiona sobre o “a partir de onde e de quem” nós vivemos: a partir do nível do relativo (César) ou a partir do nível profundo (Deus)?
Também hoje, nos encontramos diante de situações difíceis e complexas entre fé e política.
Seguir a Jesus comporta ser e fazer como ele fazia: analisar e discernir as situações de conflito para que iluminados pela fé saibamos cumprir nossos deveres sociais e religiosos com sabedoria.
Cumprimos os nossos compromissos enquanto cidadãos e membros responsáveis da sociedade?
Quais são as atitudes que Jesus o(a) convida a viver com este Evangelho?
Quem é o “senhor” que move seu coração?
Oração (Vida)
A missão é de Deus, e somos convidados a cooperar com ela. Motivados pela alegria do Evangelho para uma Igreja em saída, apresentemos ao Senhor as nossas preces, dizendo: “Senhor, ajudai-nos a viver e a anunciar a alegria do Evangelho”.
Pai de bondade, conservai o papa Francisco sempre fiel na missão de liderar a Igreja em sua nova etapa evangelizadora, marcada pela alegria.
Acompanhai com vosso Espírito os missionários e as missionárias que doam sua vida, longe da família e da pátria, para que não lhes faltem a alegria do Evangelho, a fidelidade e a ousadia no serviço profético da missão.
Senhor da messe, despertai em nossas famílias e comunidades vocações missionárias, dispostas a testemunhar a alegria do Evangelho em todos os continentes.
Encorajai a vossa Igreja no anúncio e no testemunho do Evangelho até os confins do mundo.
Inspirai os médicos no atendimento diário, para que amem a vida, os pobres, os sofredores, respeitem as pessoas, e sejam reconhecidos em sua profissão. Amém
Contemplação (Vida e Missão)
Contemplando o poder de Jesus e sua força libertadora como quero estar junto dele neste dia e deixar que Ele me capacite para a missão que me confiou?
Bênção
Abençoe-nos o Deus da vida, do amor, da justiça e da paz. Pai, Filho e Espírito Santo. Amém. Permaneçamos unidos a Jesus Cristo nosso Caminho, nossa Verdade e nossa Vida.
Na época de Jesus, vida religiosa e vida política eram inseparáveis. Sob certos aspectos, é assim também nos nossos dias, apesar de a separação entre Estado e Igreja ter sido estabelecida por lei em 1890. Quem professa a fé se põe sob leis religiosas, mas, por ser cidadão, está sob a legislação civil. Por isso, é difícil que uma pessoa não se veja envolvida em dilemas de consciência. Logo, a relação entre fé e política continua sendo um dos principais temas em debate. Assim, não existe uma leitura laica e outra religiosa da história. Ambas estão imbricadas a tal ponto que “poder civil” e “poder religioso” normalmente estão em atrito, reivindicando seus direitos e autonomias. As lideranças religiosas, ainda que apelem para intervenção e senhorio de Deus na história e, pela fé, deem seu parecer sobre os fatos, não podem negar ou diminuir a responsabilidade que caracteriza o poder que os seres humanos são chamados a exercer de forma civil. Sob esse aspecto, pode-se compreender a resposta clara e objetiva que Jesus deu aos fariseus: “Devolvei, portanto, o que é de César a César, e o que é de Deus a Deus!”. Crer que os rumos da história estão nas mãos de Deus não retira do ser humano a dependência do poder público e político, a quem compete a promoção e a defesa do bem comum. Jesus, no episódio do Evangelho, percebeu a maquinação pérfida da pergunta que lhe foi dirigida e, prudentemente, não se posicionou nem com reação “pacífica”, dizendo “sim”, nem com reação “revolucionária”, dizendo “não”; porém separou e distinguiu as competências. Israel, de fato, estava sob dominação romana, mas Jesus não entrou no mérito da legitimidade nem negou que poder político e religioso possuíssem limites, visto que ambos estão sob o domínio de Deus. Um dia, todo ser humano prestará contas da sua administração pessoal e social, tanto política quanto religiosa. Na resposta Jesus, por ser Messias e Mestre verdadeiro que ensina o caminho de Deus, fez uma distinção que vai muito além da pergunta sobre o imposto e do poder atribuído a César. O cerne da resposta está na palavra “imagem”. O imposto, devido a César, deve-se à imagem nela impressa, “o que é de César”, indicando que a moeda lhe pertence. Já o imposto devido a Deus é Jesus, “o que é de Deus”, imagem visível do Deus invisível. A resposta de Jesus soaria assim: a César cabe restituir a moeda, mas a Deus cabe restituir Jesus, pois é seu Unigênito Filho que aceitou pagar a Deus o preço do nosso resgate, salvando-nos das mãos de todos os tipos de tiranias, civis ou religiosas. Melhor do que ficar disputando pelo poder sobre as pessoas é assumir, pessoalmente, a responsabilidade pelo bem comum, a exemplo de Jesus.
Pe. Leonardo Agostini Fernandes, ‘A Bíblia dia a dia 2026’, Paulinas.Evangelho do dia 18/10/2026
29º Domingo do Tempo Comum - Ano A - Verde
Devolvei, portanto, o que é de César a César, e o que é de Deus a Deus! - Mt 22,15-21
Então os fariseus retiraram-se e elaboraram um plano para surpreender Jesus em alguma palavra. E enviaram-lhe seus discípulos, junto com alguns herodianos, que lhe disseram: “Mestre, sabemos que és veraz e ensinas o caminho de Deus com veracidade; que não queres ganhar o favor de ninguém, pois não olhas para a aparência dos homens. Dize-nos, portanto, qual é tua opinião: é permitido pagar tributo a César ou não?” Mas Jesus, percebendo-lhes a maldade, disse-lhes: “Por que me pondes à prova, hipócritas? Mostrai-me a moeda do tributo!” Eles lhe apresentaram um denário, e ele lhes disse: “De quem são esta imagem e a inscrição?” Responderam-lhe: “De César”. Ele lhes disse: “Devolvei, portanto, o que é de César a César, e o que é de Deus a Deus!”
Oração Inicial
29º Domingo do Tempo Comum. Hoje, celebramos com toda a Igreja o Dia Mundial das Missões. Rezemos em comunhão com todos os missionários e missionárias que, com seu anúncio, “procuram ajudar os povos a colocarem as coisas nos seus devidos lugares, dando a César o que é de César e a Deus o que é de Deus”.
Iniciemos a nossa oração em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém!
Senhor Jesus, eu creio que estás aqui comigo, ajuda-me a permanecer na tua presença. Abra meu coração para ouvir teus ensinamentos e dá-me a graça para vivenciá-los.
Pai, por reconhecer-te como centro de minha vida, ensina-me a submeter tudo a ti, e a rejeitar o que pretende polarizar minhas atenções.
Acolher a Palavra do Senhor é acolher nosso próprio futuro, pois o Evangelho de Cristo nos ensina como agir em nossa vida cristã.
Oremos: Senhor, nosso Deus, que pela luz do Espírito Santo instruístes o coração dos vossos fiéis, fazei-nos dóceis ao mesmo Espírito, para apreciarmos o que é justo e nos alegrarmos sempre com a sua presença. Por Cristo, nosso Senhor. Amém.”
Leitura (Verdade)
Os fariseus e os herodianos tentam enredar Jesus com uma questão política e religiosa muito sensível na época: a cobrança de impostos pelo Império Romano.
Vamos observar bem o que diz o texto do Evangelho? Qual comparação Jesus utiliza? Quem são os personagens e qual é o tema central de suas discussões?
Evangelho: Mt 22,15-21 “Então os fariseus retiraram-se e elaboraram um plano para surpreender Jesus em alguma palavra. E enviaram-lhe seus discípulos, junto com alguns herodianos, que lhe disseram: “Mestre, sabemos que és veraz e ensinas o caminho de Deus com veracidade; que não queres ganhar o favor de ninguém, pois não olhas para a aparência dos homens. Dize-nos, portanto, qual é tua opinião: é permitido pagar tributo a César ou não?” Mas Jesus, percebendo-lhes a maldade, disse-lhes: “Por que me pondes à prova, hipócritas? Mostrai-me a moeda do tributo!” Eles lhe apresentaram um denário, e ele lhes disse: “De quem são esta imagem e a inscrição?” Responderam-lhe: “De César”. Ele lhes disse: “Devolvei, portanto, o que é de César a César, e o que é de Deus a Deus!”
“Tudo pertence a Deus, criador do céu e da terra, inclusive César, o imperador, aquele que tem poder e manda. Na sociedade na qual vivemos, a moeda, instrumento de troca, é útil e até necessária. Não faltando a ninguém, com ela suprem-se as necessidades. A moeda tem um rosto, e, se esse rosto transmite a paz resultante da justiça, os cidadãos vivem bem. A realidade, porém, pode ser outra. O Papa Francisco chama a atenção para a “ditadura de uma economia sem rosto e sem um objetivo verdadeiramente humano”. Essa economia mata porque exclui e cria desigualdades. Somos exortados a “uma solidariedade desinteressada e a um regresso da economia e das finanças a uma ética propícia ao ser humano”. (Viver a Palavra – 2026 – Côn. Celso Pedro da Silva - Paulinas Editora).
Meditação (Caminho)
De acordo com a lógica de Jesus, se a imagem de César estava inscrita na moeda do tributo, essa moeda pertencia a César e devia ser devolvida a César. Do mesmo modo, se o homem e a mulher foram feitos à “imagem de Deus” e transportam em si a imagem de Deus, eles pertencem a Deus e devem ser “devolvidos” a Deus.
A palavra de Jesus, portanto, aponta para um modo de se viver; ou, mais exatamente, questiona sobre o “a partir de onde e de quem” nós vivemos: a partir do nível do relativo (César) ou a partir do nível profundo (Deus)?
Também hoje, nos encontramos diante de situações difíceis e complexas entre fé e política.
Seguir a Jesus comporta ser e fazer como ele fazia: analisar e discernir as situações de conflito para que iluminados pela fé saibamos cumprir nossos deveres sociais e religiosos com sabedoria.
Cumprimos os nossos compromissos enquanto cidadãos e membros responsáveis da sociedade?
Quais são as atitudes que Jesus o(a) convida a viver com este Evangelho?
Quem é o “senhor” que move seu coração?
Oração (Vida)
A missão é de Deus, e somos convidados a cooperar com ela. Motivados pela alegria do Evangelho para uma Igreja em saída, apresentemos ao Senhor as nossas preces, dizendo: “Senhor, ajudai-nos a viver e a anunciar a alegria do Evangelho”.
Pai de bondade, conservai o papa Francisco sempre fiel na missão de liderar a Igreja em sua nova etapa evangelizadora, marcada pela alegria.
Acompanhai com vosso Espírito os missionários e as missionárias que doam sua vida, longe da família e da pátria, para que não lhes faltem a alegria do Evangelho, a fidelidade e a ousadia no serviço profético da missão.
Senhor da messe, despertai em nossas famílias e comunidades vocações missionárias, dispostas a testemunhar a alegria do Evangelho em todos os continentes.
Encorajai a vossa Igreja no anúncio e no testemunho do Evangelho até os confins do mundo.
Inspirai os médicos no atendimento diário, para que amem a vida, os pobres, os sofredores, respeitem as pessoas, e sejam reconhecidos em sua profissão. Amém
Contemplação (Vida e Missão)
Contemplando o poder de Jesus e sua força libertadora como quero estar junto dele neste dia e deixar que Ele me capacite para a missão que me confiou?
Bênção
Abençoe-nos o Deus da vida, do amor, da justiça e da paz. Pai, Filho e Espírito Santo. Amém. Permaneçamos unidos a Jesus Cristo nosso Caminho, nossa Verdade e nossa Vida.
Na época de Jesus, vida religiosa e vida política eram inseparáveis. Sob certos aspectos, é assim também nos nossos dias, apesar de a separação entre Estado e Igreja ter sido estabelecida por lei em 1890. Quem professa a fé se põe sob leis religiosas, mas, por ser cidadão, está sob a legislação civil. Por isso, é difícil que uma pessoa não se veja envolvida em dilemas de consciência. Logo, a relação entre fé e política continua sendo um dos principais temas em debate. Assim, não existe uma leitura laica e outra religiosa da história. Ambas estão imbricadas a tal ponto que “poder civil” e “poder religioso” normalmente estão em atrito, reivindicando seus direitos e autonomias. As lideranças religiosas, ainda que apelem para intervenção e senhorio de Deus na história e, pela fé, deem seu parecer sobre os fatos, não podem negar ou diminuir a responsabilidade que caracteriza o poder que os seres humanos são chamados a exercer de forma civil. Sob esse aspecto, pode-se compreender a resposta clara e objetiva que Jesus deu aos fariseus: “Devolvei, portanto, o que é de César a César, e o que é de Deus a Deus!”. Crer que os rumos da história estão nas mãos de Deus não retira do ser humano a dependência do poder público e político, a quem compete a promoção e a defesa do bem comum. Jesus, no episódio do Evangelho, percebeu a maquinação pérfida da pergunta que lhe foi dirigida e, prudentemente, não se posicionou nem com reação “pacífica”, dizendo “sim”, nem com reação “revolucionária”, dizendo “não”; porém separou e distinguiu as competências. Israel, de fato, estava sob dominação romana, mas Jesus não entrou no mérito da legitimidade nem negou que poder político e religioso possuíssem limites, visto que ambos estão sob o domínio de Deus. Um dia, todo ser humano prestará contas da sua administração pessoal e social, tanto política quanto religiosa. Na resposta Jesus, por ser Messias e Mestre verdadeiro que ensina o caminho de Deus, fez uma distinção que vai muito além da pergunta sobre o imposto e do poder atribuído a César. O cerne da resposta está na palavra “imagem”. O imposto, devido a César, deve-se à imagem nela impressa, “o que é de César”, indicando que a moeda lhe pertence. Já o imposto devido a Deus é Jesus, “o que é de Deus”, imagem visível do Deus invisível. A resposta de Jesus soaria assim: a César cabe restituir a moeda, mas a Deus cabe restituir Jesus, pois é seu Unigênito Filho que aceitou pagar a Deus o preço do nosso resgate, salvando-nos das mãos de todos os tipos de tiranias, civis ou religiosas. Melhor do que ficar disputando pelo poder sobre as pessoas é assumir, pessoalmente, a responsabilidade pelo bem comum, a exemplo de Jesus.
Pe. Leonardo Agostini Fernandes, ‘A Bíblia dia a dia 2026’, Paulinas.