Evangelho do dia 21/07/2026
16ª Semana do Tempo Comum - Ano A - Verde
Quem é minha mãe e quem são meus irmãos?” E, estendendo a mão para seus discípulos, disse: “Eis minha mãe e meus irmãos, pois aquele que fizer a vontade de meu Pai, que está nos céus, esse é meu irmão, irmã e mãe - Mt 12,46-50
Ele estava ainda falando às multidões, quando sua mãe e seus irmãos apresentaram-se do lado de fora, querendo falar com ele. Alguém lhe disse: “Tua mãe e teus irmãos estão lá fora e querem falar contigo”. Mas ele respondeu a quem lhe avisara: “Quem é minha mãe e quem são meus irmãos?” E, estendendo a mão para seus discípulos, disse: “Eis minha mãe e meus irmãos, pois aquele que fizer a vontade de meu Pai, que está nos céus, esse é meu irmão, irmã e mãe”.
A Bíblia: tradução da editora Paulinas, 2023.Oração Inicial
Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.
Neste novo dia, o Evangelho nos convida a refletir sobre a relação familiar que é estabelecida entre Jesus e aqueles que querem ver Jesus e acolhem sua Palavra.
Para bem acolher os ensinamentos de Jesus, peça: Pai reforça os laços que me ligam aos meus irmãos e irmãs de fé, de forma a testemunhar que formamos um só corpo e uma só alma em Cristo Jesus teu filho muito amado e que por amor morreu e ressuscitou. Amém!
Abramo-nos à ação do Espírito Santo que reza em nós, dizendo: “Ó divino Espírito, ensina-me tudo quanto Jesus ensinou. Dá-me inteligência para entender; memória para lembrar; vontade dócil para praticar; coração generoso para corresponder aos teus convites. Amém.”
Leitura (Verdade)
O termo “irmãos” tem aqui no Evangelho um sentido amplo e envolve primos, vizinho, colegas. Jesus aproveita a ocasião, diante dos discípulos, e anuncia uma nova família, que nasce da Palavra. Fazer a vontade de Deus é o requisito que Jesus nos apresenta para também sermos considerados da Sua família.
Evangelho: Mt 12,46-50 Jesus estava ainda falando às multidões, quando sua mãe e seus irmãos apresentaram-se do lado de fora, querendo falar com ele. Alguém lhe disse: “Tua mãe e teus irmãos estão lá fora e querem falar contigo”. Mas ele respondeu a quem lhe avisara: “Quem é minha mãe e quem são meus irmãos?” E, estendendo a mão para seus discípulos, disse: “Eis minha mãe e meus irmãos, pois aquele que fizer a vontade de meu Pai, que está nos céus, esse é meu irmão, irmã e mãe”.
“Não se desprezam os laços de sangue, sobretudo quando o parentesco é harmonioso. Nem sempre, porém, o parentesco é suficiente para a permanência dos laços familiares. Laços familiares por opção podem ser mais fortes e existem tanto em grupos civis quanto religiosos. A vida conventual é uma vida de família por opção. A família religiosa por opção é formada por pessoas que se dispõem a fazer a vontade de Deus. Não há outro desejo em suas vidas a não ser fazer o que Deus quer. Pessoas com essa disposição se encontram e formam uma família estritamente ligada pela mesma disposição e pelo mesmo objetivo. Em todas essas famílias, Maria é o modelo de quem sempre quis fazer a vontade de Deus.” (Viver a Palavra – 2026 – Côn. Celso Pedro da Silva - Paulinas Editora).
Meditação (Caminho)
Eu estou próximo de Jesus, ouço sua palavra, seus ensinamentos, contemplo o que ele faz em favor da multidão? É preciso se aproximar, entrar no ‘círculo’ de Jesus, se aproximar e se deixar envolver por sua palavra, para poder fazer a experiência de família de Jesus.
Você se considera da família de Jesus? – Jesus aponta para você também quando pronuncia estas palavras?
Maria fez a vontade de Deus! José foi um homem ajustado ao Plano de Deus, e você?
O que você entende por fazer a vontade de Deus?
O que falta para que você faça a vontade do Pai aqui na terra do jeito que ela acontece no céu?
Oração (Vida)
“Jesus, divino Mestre, nós vos adoramos, Filho muito amado do Pai, caminho único para chegarmos a Ele. Nós vos louvamos e agradecemos, porque sois o exemplo que devemos seguir. Com simplicidade queremos aprender de Vós o modo de ver, julgar e agir. Queremos ser atraídos por Vós, para que, caminhando nas vossas pegadas, possamos viver dia a dia a liberdade dos filhos de Deus e buscar em tudo a vontade do Pai. Aumentai nossa esperança, impulsionando plenamente o nosso ser e o nosso agir. Ajudai-nos a retratar em nossa vida a vossa imagem, para que assim vos possamos possuir eternamente no céu. Amém.”
Contemplação (Vida e Missão)
Qual é a aplicação da Palavra em sua vida? O que você se propõe a viver? Como pretende atingir esse propósito?
Bênção
“O Senhor, Deus de amor e paz, habite em vossos corações, oriente os vossos passos e confirme os vossos corações em seu amor.”
A mãe e os irmãos que buscam Jesus dão-lhe a oportunidade de definir o que caracteriza seu seguimento. O projeto do Pai que Jesus assumiu vai muito além dos vínculos familiares pela carne e pelo sangue. Deus quer a reunificação e a comunhão de toda a humanidade redimida. A resposta de Jesus, portanto, não é negação desses vínculos familiares, mas, pelo critério usado, evidencia o real significado da criação do ser humano à imagem e semelhança de Deus: foi criado para pensar como Deus pensa, querer o que Deus quer e agir como Deus age, isto é, ser como Jesus. Por isso, a comunhão de vida pelo discipulado denota que o Reino dos Céus não está baseado na carne e no sangue, nos costumes ou valores humanos, mas na adoção do critério essencial da vida: o amor fraternalmente assumido segundo o amor do Pai revelado em Jesus.
Pe. Leonardo Agostini Fernandes, ‘A Bíblia dia a dia 2026’, Paulinas.Evangelho do dia 21/07/2026
16ª Semana do Tempo Comum - Ano A - Verde
Quem é minha mãe e quem são meus irmãos?” E, estendendo a mão para seus discípulos, disse: “Eis minha mãe e meus irmãos, pois aquele que fizer a vontade de meu Pai, que está nos céus, esse é meu irmão, irmã e mãe - Mt 12,46-50
Ele estava ainda falando às multidões, quando sua mãe e seus irmãos apresentaram-se do lado de fora, querendo falar com ele. Alguém lhe disse: “Tua mãe e teus irmãos estão lá fora e querem falar contigo”. Mas ele respondeu a quem lhe avisara: “Quem é minha mãe e quem são meus irmãos?” E, estendendo a mão para seus discípulos, disse: “Eis minha mãe e meus irmãos, pois aquele que fizer a vontade de meu Pai, que está nos céus, esse é meu irmão, irmã e mãe”.
Oração Inicial
Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.
Neste novo dia, o Evangelho nos convida a refletir sobre a relação familiar que é estabelecida entre Jesus e aqueles que querem ver Jesus e acolhem sua Palavra.
Para bem acolher os ensinamentos de Jesus, peça: Pai reforça os laços que me ligam aos meus irmãos e irmãs de fé, de forma a testemunhar que formamos um só corpo e uma só alma em Cristo Jesus teu filho muito amado e que por amor morreu e ressuscitou. Amém!
Abramo-nos à ação do Espírito Santo que reza em nós, dizendo: “Ó divino Espírito, ensina-me tudo quanto Jesus ensinou. Dá-me inteligência para entender; memória para lembrar; vontade dócil para praticar; coração generoso para corresponder aos teus convites. Amém.”
Leitura (Verdade)
O termo “irmãos” tem aqui no Evangelho um sentido amplo e envolve primos, vizinho, colegas. Jesus aproveita a ocasião, diante dos discípulos, e anuncia uma nova família, que nasce da Palavra. Fazer a vontade de Deus é o requisito que Jesus nos apresenta para também sermos considerados da Sua família.
Evangelho: Mt 12,46-50 Jesus estava ainda falando às multidões, quando sua mãe e seus irmãos apresentaram-se do lado de fora, querendo falar com ele. Alguém lhe disse: “Tua mãe e teus irmãos estão lá fora e querem falar contigo”. Mas ele respondeu a quem lhe avisara: “Quem é minha mãe e quem são meus irmãos?” E, estendendo a mão para seus discípulos, disse: “Eis minha mãe e meus irmãos, pois aquele que fizer a vontade de meu Pai, que está nos céus, esse é meu irmão, irmã e mãe”.
“Não se desprezam os laços de sangue, sobretudo quando o parentesco é harmonioso. Nem sempre, porém, o parentesco é suficiente para a permanência dos laços familiares. Laços familiares por opção podem ser mais fortes e existem tanto em grupos civis quanto religiosos. A vida conventual é uma vida de família por opção. A família religiosa por opção é formada por pessoas que se dispõem a fazer a vontade de Deus. Não há outro desejo em suas vidas a não ser fazer o que Deus quer. Pessoas com essa disposição se encontram e formam uma família estritamente ligada pela mesma disposição e pelo mesmo objetivo. Em todas essas famílias, Maria é o modelo de quem sempre quis fazer a vontade de Deus.” (Viver a Palavra – 2026 – Côn. Celso Pedro da Silva - Paulinas Editora).
Meditação (Caminho)
Eu estou próximo de Jesus, ouço sua palavra, seus ensinamentos, contemplo o que ele faz em favor da multidão? É preciso se aproximar, entrar no ‘círculo’ de Jesus, se aproximar e se deixar envolver por sua palavra, para poder fazer a experiência de família de Jesus.
Você se considera da família de Jesus? – Jesus aponta para você também quando pronuncia estas palavras?
Maria fez a vontade de Deus! José foi um homem ajustado ao Plano de Deus, e você?
O que você entende por fazer a vontade de Deus?
O que falta para que você faça a vontade do Pai aqui na terra do jeito que ela acontece no céu?
Oração (Vida)
“Jesus, divino Mestre, nós vos adoramos, Filho muito amado do Pai, caminho único para chegarmos a Ele. Nós vos louvamos e agradecemos, porque sois o exemplo que devemos seguir. Com simplicidade queremos aprender de Vós o modo de ver, julgar e agir. Queremos ser atraídos por Vós, para que, caminhando nas vossas pegadas, possamos viver dia a dia a liberdade dos filhos de Deus e buscar em tudo a vontade do Pai. Aumentai nossa esperança, impulsionando plenamente o nosso ser e o nosso agir. Ajudai-nos a retratar em nossa vida a vossa imagem, para que assim vos possamos possuir eternamente no céu. Amém.”
Contemplação (Vida e Missão)
Qual é a aplicação da Palavra em sua vida? O que você se propõe a viver? Como pretende atingir esse propósito?
Bênção
“O Senhor, Deus de amor e paz, habite em vossos corações, oriente os vossos passos e confirme os vossos corações em seu amor.”
A mãe e os irmãos que buscam Jesus dão-lhe a oportunidade de definir o que caracteriza seu seguimento. O projeto do Pai que Jesus assumiu vai muito além dos vínculos familiares pela carne e pelo sangue. Deus quer a reunificação e a comunhão de toda a humanidade redimida. A resposta de Jesus, portanto, não é negação desses vínculos familiares, mas, pelo critério usado, evidencia o real significado da criação do ser humano à imagem e semelhança de Deus: foi criado para pensar como Deus pensa, querer o que Deus quer e agir como Deus age, isto é, ser como Jesus. Por isso, a comunhão de vida pelo discipulado denota que o Reino dos Céus não está baseado na carne e no sangue, nos costumes ou valores humanos, mas na adoção do critério essencial da vida: o amor fraternalmente assumido segundo o amor do Pai revelado em Jesus.
Pe. Leonardo Agostini Fernandes, ‘A Bíblia dia a dia 2026’, Paulinas.