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Terça-feira, 03 de Novembro de 2026
Paulinas - A comunicação a serviço da vida

Evangelho do dia 03/11/2026

31ª Semana do Tempo Comum - Ano A - Verde
1ª Leitura: Fl 2,5-11 Salmo: Sl 21(22) - “Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste?”.
evangelho
Vinde! Já está pronto - Lc 14,15-24

Tendo ouvido isso, um dos convivas disse-lhe: “Bem-aventurado aquele que tomar refeição no Reino de Deus”. E Jesus lhe disse: “Um homem preparava um grande jantar e convidou muitos. Na hora do jantar, enviou seu servo para dizer aos convidados: Vinde! Já está pronto. Mas todos, um por um, começaram a desculpar-se. O primeiro lhe disse: Comprei um campo e preciso ir vê-lo. Peço-te que me desculpes! Outro disse: Comprei cinco juntas de bois e vou experimentá-las. Peço-te que me desculpes! Outro disse: Casei-me e, por isso, não posso ir. O servo voltou e comunicou isso a seu senhor. Então, tomado de ira, o dono da casa disse a seu servo: Sai depressa pelas praças e ruas da cidade e faze entrar aqui os pobres, os aleijados, os cegos e os coxos! O servo disse: Senhor, foi feito o que ordenaste, e ainda há lugar. Então o senhor disse ao servo: Sai pelos caminhos e cercados e obriga a entrarem, para que minha casa fique cheia! Pois eu vos digo: nenhum daqueles homens que foram convidados provará meu jantar”.

A Bíblia: tradução da editora Paulinas, 2023.
Clique nos títulos para ler o conteúdo.
Oração Inicial

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.

Quem segue a metodologia da Leitura Orante, cada vez mais se sentirá atraído/a a ler atentamente o Evangelho, pois ele é sempre novo. Leia-o sempre como se fosse a primeira vez. Ele é o fermento do Reino capaz de transformar nossas atitudes e nosso viver.
Tome consciência do momento importante e vital que você deseja viver, agora, na presença do Mestre e Senhor.



Ó Jesus, iluminai-me com a luz do Espírito Santo para que eu compreenda bem vosso Evangelho e me deixe guiar pelos seus ensinamentos. Ó Maria, despertai em mim o zelo pela glória de Deus e a salvação de todos. Amém.”

Leitura (Verdade)

O tema deste Evangelho é o da felicidade eterna, anseio que toca tão diretamente o ser humano. Verdadeiramente feliz é quem toma parte no Reino de Deus, imaginado como um esplêndido banquete.

Evangelho: Lc 14,15-24 “Tendo ouvido isso, um dos convivas disse-lhe: “Bem-aventurado aquele que tomar refeição no Reino de Deus”. E Jesus lhe disse: “Um homem preparava um grande jantar e convidou muitos. Na hora do jantar, enviou seu servo para dizer aos convidados: Vinde! Já está pronto. Mas todos, um por um, começaram a desculpar-se. O primeiro lhe disse: Comprei um campo e preciso ir vê-lo. Peço-te que me desculpes! Outro disse: Comprei cinco juntas de bois e vou experimentá-las. Peço-te que me desculpes! Outro disse: Casei-me e, por isso, não posso ir. O servo voltou e comunicou isso a seu senhor. Então, tomado de ira, o dono da casa disse a seu servo: Sai depressa pelas praças e ruas da cidade e faze entrar aqui os pobres, os aleijados, os cegos e os coxos! O servo disse: Senhor, foi feito o que ordenaste, e ainda há lugar. Então o senhor disse ao servo: Sai pelos caminhos e cercados e obriga a entrarem, para que minha casa fique cheia! Pois eu vos digo: nenhum daqueles homens que foram convidados provará meu jantar”.

“Já aconteceu de alguém dizer: “Ninguém veio à minha festa”. Raiva, tristeza ou tranquilidade ao tomar consciência dessa realidade, até mesmo do prejuízo com os salgadinhos. Não vieram porque não puderam, o que é compreensível. Não vieram porque não quiseram. Qual será a razão? Não vieram para fazer desfeita, acreditando que sem eles não haveria festa? Pode ser. Jesus aproveita tal situação humana para contar uma história parecida e leva ao núcleo da conclusão: houve festa, sim, a festa dos que não foram convidados. Vieram aleijados, cegos e coxos, os socialmente pobres. Esses não imaginavam poder participar de tal banquete. Na história de Jesus, esse banquete é o da eternidade.” (Viver a Palavra – 2026 – Côn. Celso Pedro da Silva - Paulinas Editora).

Meditação (Caminho)

O Senhor continua a nos provocar com seu convite amoroso e acolhedor: “Vinde! O banquete está preparado”.
Como você se encontra diante do convite de Jesus?
Você já aceitou o convite para participar do banquete do reino de Deus?
Quais suas justificativas quando se apresentam os apelos para a intimidade com Deus na oração, na solidariedade e ajuda ao próximo? Está sempre demasiadamente ocupado/a?
Você, pessoalmente, se sente necessitado de salvação? Aceita o convite que Jesus faz mesmo aos mais desprovidos?
O que tem sido mais importante para você: o banquete de Deus ou as suas ocupações e preocupações?

Oração (Vida)

Rogue pedindo a Virgem Maria que nos apresente ao seu Filho como filhos necessitados de sua graça e seu auxílio:
“Maria, Mãe de Jesus e minha, acolhei-me entre os que amais, nutris, santificais e guiais na escola de Jesus Cristo Divino Mestre. Vós conheceis nos planos de Deus os filhos que ele chama, e por eles intercedeis, obtende-me graça, luz e conforto. Iluminai minha mente, fortificai minha vontade e santificai meu coração para que eu possa corresponder plenamente ao amor do Pai.” Amém.

Contemplação (Vida e Missão)

É o momento de responder à presença de Deus em nossa vida com um compromisso, um gesto concreto. De que forma você deseja colocar em prática os apelos que a Palavra de Deus despertou em você neste dia?

Bênção

O Senhor Jesus Cristo esteja ao meu lado para me sustentar,
Dentro de mim para me encorajar,
Diante de mim para me orientar,
Atrás de mim para me proteger,
Acima de mim para me abençoar.
Ele que vive e reina pelos séculos dos séculos. Amém.
Que a bênção de Deus Pai de amor e bondade desça sobre mim, em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.

Ir. Carmen Maria Pulga

A salvação é dom de Deus que não aceita perder ninguém, mas respeita a liberdade que deu a cada ser humano de recebê-la ou não. A fala do homem, que estava à mesa com Jesus e que lhe dirigiu a palavra, permitiu a Jesus contar uma parábola pela qual advertiu sobre o que pode acontecer com quem rejeita o convite de Deus, ainda que apresente escusas pertinentes. Como o homem que deu o grande banquete, símbolo do banquete escatológico do Reino, Deus não se deixa vencer pela recusa dos convidados; como estes foram indignos, a participação foi dada aos indigentes. Com isso, Jesus exemplificou a exortação feita a quem o tinha convidado (Lc 14,12-14). A moral da parábola é muito clara: porque Deus e seu convite foram rejeitados, os eminentes convidados foram os que se excluíram do banquete da salvação dado aos indigentes.

Pe. Leonardo Agostini Fernandes, ‘A Bíblia dia a dia 2026’, Paulinas.