Evangelho do dia 26/07/2026
17º Domingo do Tempo Comum - Ano A - Verde
O mesmo sucederá no fim dos tempos: virão os anjos, separarão os maus do meio dos justos e os lançarão na fornalha ardente. Ali haverá choro e ranger de dentes - Mt 13,44-52
“O Reino dos Céus é semelhante a um tesouro escondido no campo. Quando um homem o encontra, volta a escondê-lo e, em sua alegria, vai e vende tudo o que possui e compra aquele campo. O Reino dos Céus também é semelhante a um comerciante que andava à procura de pérolas finas. Tendo encontrado uma pérola de grande valor, foi vender tudo o que possuía e a comprou. O Reino dos Céus também é semelhante a uma rede lançada ao mar que recolheu todo gênero de peixe. Quando estava cheia, arrastaram-na à praia e, sentando-se, recolheram os bons em cestos e jogaram fora os que não prestavam. O mesmo sucederá no fim dos tempos: virão os anjos, separarão os maus do meio dos justos e os lançarão na fornalha ardente. Ali haverá choro e ranger de dentes.”
A Bíblia: tradução da editora Paulinas, 2023.Oração Inicial
17º Domingo do Tempo Comum. A liturgia deste domingo convida-nos a refletir nas nossas prioridades, nos valores sobre os quais fundamentamos a nossa existência.
Hoje celebramos também São Joaquim e Sant'Ana, celebrados pela tradição cristã como os pais da Virgem Maria e avós de Jesus Cristo. Eles são considerados os padroeiros dos avós e das famílias.
Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.
Rezemos: “Jesus Mestre, cremos com viva fé que estás aqui presente, para indicar-nos o caminho que leva ao Pai. Iluminai nossa mente, movei nosso coração, para que esta meditação produza em nós frutos de vida. Amém.”
Leitura (Verdade)
No Evangelho de hoje, o convite de Jesus é de que tenhamos vigilância e discernimento nas nossas conquistas e, os olhos e ouvidos sempre abertos para sua presença se queremos ser felizes. Poder compreender o Evangelho é uma graça. Um favor que nos vem de Deus. Abramos nosso coração agradecido e confiante.
Evangelho: Mt 13,44-52 “O Reino dos Céus é semelhante a um tesouro escondido no campo. Quando um homem o encontra, volta a escondê-lo e, em sua alegria, vai e vende tudo o que possui e compra aquele campo. O Reino dos Céus também é semelhante a um comerciante que andava à procura de pérolas finas. Tendo encontrado uma pérola de grande valor, foi vender tudo o que possuía e a comprou. O Reino dos Céus também é semelhante a uma rede lançada ao mar que recolheu todo gênero de peixe. Quando estava cheia, arrastaram-na à praia e, sentando-se, recolheram os bons em cestos e jogaram fora os que não prestavam. O mesmo sucederá no fim dos tempos: virão os anjos, separarão os maus do meio dos justos e os lançarão na fornalha ardente. Ali haverá choro e ranger de dentes.”
“Um homem encontra um tesouro escondido em um campo. Ele vende tudo o que tem e compra o campo, não pelo campo, mas pelo valor do tesouro escondido no campo. O tesouro vale muito, e o campo também. O que é esse campo? É o mundo, a Igreja, a sua comunidade, a pessoa. O tesouro os valoriza, mas está oculto. Só o sábio o descobre. Encontro uma pérola que vale mais do que tudo que possuo. Vendo tudo que tenho para ficar com ela. É assim o Reino dos Céus? Sim, pois, tendo a pérola, tenho tudo, porque nela está tudo o que procuro e tudo do que preciso. Quem é a pérola? É o Senhor Jesus, com tudo o que ele significa de teórico e prático, de verdades absolutas e de existência humana compartilhada. (Viver a Palavra – 2026 – Côn. Celso Pedro da Silva - Paulinas Editora).
Meditação (Caminho)
Deus tem infinitos meios de nos despertar para o verdadeiro sentido da vida. Importa estar em sintonia com ele para compreender os caminhos que nos levam a conquista de nossa verdadeira felicidade.
O que me seduz e que eu abraço é o imediato, o brilhante, o sedutor, ainda que efémero, ou é o que é exigente, mas que me permite conquistar uma felicidade duradoura e concretizar o meu papel no mundo, na empresa, na família ou na minha comunidade cristã?
O que é que comanda a minha vida? Quais são os valores pelos quais eu sou capaz de deixar tudo? Que significado têm as propostas de Jesus na minha escala de valores?
Sabemos respeitar, com esta tolerância e liberdade, o ritmo de crescimento e de amadurecimento dos irmãos que nos rodeiam?
Por que tesouro estamos dispostos a sacrificar tudo?
Oração (Vida)
Hoje festejamos Sant’Ana e São Joaquim, pais da Virgem Maria, através desta família Deus foi preparando a vinda de seu Filho Jesus. Elevemos uma prece agradecida por nossos avós:
“ Ó Deus eterno e poderoso, em vós vivemos, nos movemos e somos.
Nós vos louvamos e bendizemos por terdes dado a estes vossos filhos e filhas, nossos queridos vovôs e nossas queridas vovós, vida e perseverança na fé e nas boas obras.
Concedei que eles, confortados pelo carinho dos filhos, netos e amigos, se alegrem na saúde e não se deixem abater na doença, a fim de que, revigorados com vossa bênção, consagrem o tempo e a idade madura ao vosso louvor, seguindo os exemplos de São Joaquim e de Santa Ana, que na fidelidade à Palavra de Deus, cumpriu sempre a vontade de servir e de amar a todos. Por Cristo, nosso Senhor. Amém.”
Contemplação (Vida e Missão)
Testemunhar para a geração seguinte o que foi recebido da anterior. E guardar respeito e cuidados com as pessoas idosas.
Bênção
Deus Pai todo-poderoso abençoai nossos avós. Fazei-os felizes na convivência familiar e que eles sejam para nós exemplo de vida e de fé.
Jesus finalizou seu discurso em parábolas de forma abrangente. Não usou apenas exemplos provenientes da agricultura (Mt 13,3-32), mas também do que acontecia nas casas (Mt 13,33), bem como no mundo dos bons negócios (Mt 13,44-46) e no ambiente da pesca (Mt 13,47-50). Jesus ofereceu às multidões e aos discípulos tudo o que podia para ajudá-los a perceber e a compreender a presença e a ação do Reino dos Céus, por meio de sua pregação e feitos prodigiosos. É difícil negar que o interesse é o que move o ser humano a decidir pelo que considera mais lucrativo em sua vida. As parábolas do tesouro escondido no campo e da pérola valiosa são exemplos dessa tendência humana que busca não perder a ocasião para fazer bons negócios. O que chama atenção, porém, é o fato de o comprador vender tudo o que possui para ficar com o tesouro e a pérola preciosa. É a disposição para perder tudo por causa de Jesus e do Reino dos Céus. O campo é o mundo no qual estão escondidas as palavras e as obras de Jesus. Para quem as ouve e as compreende, vale a pena sacrificar tudo o que se tem para possuí-las. Quem adere ao Reino dos Céus toma a mais importante e sábia decisão na própria vida. Assim, nessas duas parábolas encontram-se as motivações que movem o ser humano, e fazem lembrar a máxima proverbial: “Um amigo fiel é um sólido refúgio, quem o encontra, encontra um tesouro. Um amigo fiel não tem preço, e não há medida para seu valor. Um amigo fiel é remédio de vida; os que temem o Senhor o encontrarão” ( Eclo 6,14-16). Enfim, o ponto central da parábola da rede lançada ao mar, que traz todo tipo de peixe, tem o mesmo motivo da parábola do joio e do trigo: a separação de justos e injustos no juízo final. O que lá foi feito pelos empregados do patrão, aqui foi feito pelos próprios pescadores. O que se faz no momento da colheita e na rede trazida para praia simboliza o que acontecerá no fim do mundo. Enquanto os justos entrarão na glória de Deus, os injustos serão lançados na geena. Com isso, atesta-se que a justiça divina não será negligenciada. Houve chamado à conversão e vários alertas foram dados. O tempo e as oportunidades foram dados por Deus, que não criou o ser humano para perdê-lo, mas não será culpado se, livremente, o ser humano quiser negá--lo em sua vida. É uma triste constatação. A parte de Deus, o maior interessado em nossa salvação, já foi feita, pois deu provas do seu amor. Cabe ao ser humano acolher ou não esse amor.
Pe. Leonardo Agostini Fernandes, ‘A Bíblia dia a dia 2026’, Paulinas.Evangelho do dia 26/07/2026
17º Domingo do Tempo Comum - Ano A - Verde
O mesmo sucederá no fim dos tempos: virão os anjos, separarão os maus do meio dos justos e os lançarão na fornalha ardente. Ali haverá choro e ranger de dentes - Mt 13,44-52
“O Reino dos Céus é semelhante a um tesouro escondido no campo. Quando um homem o encontra, volta a escondê-lo e, em sua alegria, vai e vende tudo o que possui e compra aquele campo. O Reino dos Céus também é semelhante a um comerciante que andava à procura de pérolas finas. Tendo encontrado uma pérola de grande valor, foi vender tudo o que possuía e a comprou. O Reino dos Céus também é semelhante a uma rede lançada ao mar que recolheu todo gênero de peixe. Quando estava cheia, arrastaram-na à praia e, sentando-se, recolheram os bons em cestos e jogaram fora os que não prestavam. O mesmo sucederá no fim dos tempos: virão os anjos, separarão os maus do meio dos justos e os lançarão na fornalha ardente. Ali haverá choro e ranger de dentes.”
Oração Inicial
17º Domingo do Tempo Comum. A liturgia deste domingo convida-nos a refletir nas nossas prioridades, nos valores sobre os quais fundamentamos a nossa existência.
Hoje celebramos também São Joaquim e Sant'Ana, celebrados pela tradição cristã como os pais da Virgem Maria e avós de Jesus Cristo. Eles são considerados os padroeiros dos avós e das famílias.
Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.
Rezemos: “Jesus Mestre, cremos com viva fé que estás aqui presente, para indicar-nos o caminho que leva ao Pai. Iluminai nossa mente, movei nosso coração, para que esta meditação produza em nós frutos de vida. Amém.”
Leitura (Verdade)
No Evangelho de hoje, o convite de Jesus é de que tenhamos vigilância e discernimento nas nossas conquistas e, os olhos e ouvidos sempre abertos para sua presença se queremos ser felizes. Poder compreender o Evangelho é uma graça. Um favor que nos vem de Deus. Abramos nosso coração agradecido e confiante.
Evangelho: Mt 13,44-52 “O Reino dos Céus é semelhante a um tesouro escondido no campo. Quando um homem o encontra, volta a escondê-lo e, em sua alegria, vai e vende tudo o que possui e compra aquele campo. O Reino dos Céus também é semelhante a um comerciante que andava à procura de pérolas finas. Tendo encontrado uma pérola de grande valor, foi vender tudo o que possuía e a comprou. O Reino dos Céus também é semelhante a uma rede lançada ao mar que recolheu todo gênero de peixe. Quando estava cheia, arrastaram-na à praia e, sentando-se, recolheram os bons em cestos e jogaram fora os que não prestavam. O mesmo sucederá no fim dos tempos: virão os anjos, separarão os maus do meio dos justos e os lançarão na fornalha ardente. Ali haverá choro e ranger de dentes.”
“Um homem encontra um tesouro escondido em um campo. Ele vende tudo o que tem e compra o campo, não pelo campo, mas pelo valor do tesouro escondido no campo. O tesouro vale muito, e o campo também. O que é esse campo? É o mundo, a Igreja, a sua comunidade, a pessoa. O tesouro os valoriza, mas está oculto. Só o sábio o descobre. Encontro uma pérola que vale mais do que tudo que possuo. Vendo tudo que tenho para ficar com ela. É assim o Reino dos Céus? Sim, pois, tendo a pérola, tenho tudo, porque nela está tudo o que procuro e tudo do que preciso. Quem é a pérola? É o Senhor Jesus, com tudo o que ele significa de teórico e prático, de verdades absolutas e de existência humana compartilhada. (Viver a Palavra – 2026 – Côn. Celso Pedro da Silva - Paulinas Editora).
Meditação (Caminho)
Deus tem infinitos meios de nos despertar para o verdadeiro sentido da vida. Importa estar em sintonia com ele para compreender os caminhos que nos levam a conquista de nossa verdadeira felicidade.
O que me seduz e que eu abraço é o imediato, o brilhante, o sedutor, ainda que efémero, ou é o que é exigente, mas que me permite conquistar uma felicidade duradoura e concretizar o meu papel no mundo, na empresa, na família ou na minha comunidade cristã?
O que é que comanda a minha vida? Quais são os valores pelos quais eu sou capaz de deixar tudo? Que significado têm as propostas de Jesus na minha escala de valores?
Sabemos respeitar, com esta tolerância e liberdade, o ritmo de crescimento e de amadurecimento dos irmãos que nos rodeiam?
Por que tesouro estamos dispostos a sacrificar tudo?
Oração (Vida)
Hoje festejamos Sant’Ana e São Joaquim, pais da Virgem Maria, através desta família Deus foi preparando a vinda de seu Filho Jesus. Elevemos uma prece agradecida por nossos avós:
“ Ó Deus eterno e poderoso, em vós vivemos, nos movemos e somos.
Nós vos louvamos e bendizemos por terdes dado a estes vossos filhos e filhas, nossos queridos vovôs e nossas queridas vovós, vida e perseverança na fé e nas boas obras.
Concedei que eles, confortados pelo carinho dos filhos, netos e amigos, se alegrem na saúde e não se deixem abater na doença, a fim de que, revigorados com vossa bênção, consagrem o tempo e a idade madura ao vosso louvor, seguindo os exemplos de São Joaquim e de Santa Ana, que na fidelidade à Palavra de Deus, cumpriu sempre a vontade de servir e de amar a todos. Por Cristo, nosso Senhor. Amém.”
Contemplação (Vida e Missão)
Testemunhar para a geração seguinte o que foi recebido da anterior. E guardar respeito e cuidados com as pessoas idosas.
Bênção
Deus Pai todo-poderoso abençoai nossos avós. Fazei-os felizes na convivência familiar e que eles sejam para nós exemplo de vida e de fé.
Jesus finalizou seu discurso em parábolas de forma abrangente. Não usou apenas exemplos provenientes da agricultura (Mt 13,3-32), mas também do que acontecia nas casas (Mt 13,33), bem como no mundo dos bons negócios (Mt 13,44-46) e no ambiente da pesca (Mt 13,47-50). Jesus ofereceu às multidões e aos discípulos tudo o que podia para ajudá-los a perceber e a compreender a presença e a ação do Reino dos Céus, por meio de sua pregação e feitos prodigiosos. É difícil negar que o interesse é o que move o ser humano a decidir pelo que considera mais lucrativo em sua vida. As parábolas do tesouro escondido no campo e da pérola valiosa são exemplos dessa tendência humana que busca não perder a ocasião para fazer bons negócios. O que chama atenção, porém, é o fato de o comprador vender tudo o que possui para ficar com o tesouro e a pérola preciosa. É a disposição para perder tudo por causa de Jesus e do Reino dos Céus. O campo é o mundo no qual estão escondidas as palavras e as obras de Jesus. Para quem as ouve e as compreende, vale a pena sacrificar tudo o que se tem para possuí-las. Quem adere ao Reino dos Céus toma a mais importante e sábia decisão na própria vida. Assim, nessas duas parábolas encontram-se as motivações que movem o ser humano, e fazem lembrar a máxima proverbial: “Um amigo fiel é um sólido refúgio, quem o encontra, encontra um tesouro. Um amigo fiel não tem preço, e não há medida para seu valor. Um amigo fiel é remédio de vida; os que temem o Senhor o encontrarão” ( Eclo 6,14-16). Enfim, o ponto central da parábola da rede lançada ao mar, que traz todo tipo de peixe, tem o mesmo motivo da parábola do joio e do trigo: a separação de justos e injustos no juízo final. O que lá foi feito pelos empregados do patrão, aqui foi feito pelos próprios pescadores. O que se faz no momento da colheita e na rede trazida para praia simboliza o que acontecerá no fim do mundo. Enquanto os justos entrarão na glória de Deus, os injustos serão lançados na geena. Com isso, atesta-se que a justiça divina não será negligenciada. Houve chamado à conversão e vários alertas foram dados. O tempo e as oportunidades foram dados por Deus, que não criou o ser humano para perdê-lo, mas não será culpado se, livremente, o ser humano quiser negá--lo em sua vida. É uma triste constatação. A parte de Deus, o maior interessado em nossa salvação, já foi feita, pois deu provas do seu amor. Cabe ao ser humano acolher ou não esse amor.
Pe. Leonardo Agostini Fernandes, ‘A Bíblia dia a dia 2026’, Paulinas.